Pingo

Quarteto Coração de Potro

Composição de: Osmar Proença / André Teixeira
tom: B Afinação: E A D G B E
[Intro] B  F#7  B  F#7  B

                          C#m7
Meu pingo Mouro, casco quebrado
          F#7         B
Cola esfiapada, alma de vento
           C#m7 F#7             B
Se me balanceio pra qualquer lado
           C#m7 F#7       B
Ele sabe de mim pelo movimento

                          C#m7
Meu pingo Mouro, cara de tatu
           F#7            B
Fareja no vento o rumo seguro
          C#m7 F#7          B
Da noite negra, estrela na testa
            C#m7  F#7            B
Olhos de vaga-lume, enxerga no escuro

                    E
" Retouça se eu assobio alguma vanera
                                   B
Meu pingo amigo, as vez', é criança
                       F#7
Não gosta de vanera, vejo pela maneira
                                      B
Que troca as oreia' e estufa a pança "

                  C#m7            F#7
Quando afloxo' o freio em campo aberto
                           B
E sinto o furor de pingo fogoso
                               C#m7
Deixo minha alma nos cascos libertos
            F#7                B
Pra depois suado, de pêlo lustroso
               C#m7  F#7         B
Ver-me em seu olhar, mirando de perto
                 C#m7  F#7         B
Com bufos de gratidão de pingo bondoso

( B  F#7  B  F#7  B )

                               C#m7
Meu pingo amigo, crina de garnizé
            F#7                 B
Se me vou sorrindo ou volto chorando
               C#m7  F#7           B
Vou firme nas rédeas sem perder a fé
            C#m7  F#7       B
Seja a galopito, seja tranqueando

                              C#m7
Meu pingo Mouro, cogotudo, lançado
            F#7            B
Fareja o perfume de china flor
              C#m7  F#7       B
Faz tremer a terra por um sapateado
               C#m7  F#7       B
Se tem lida de campo, é chuleador

           E7M
Meu pingo bueno de pata, boca de padre
      B
Meu irmão de clina, um raio na terra
        F#7
Cusco manheiro de perdiz do mato
                     B
Relincho de cordeona, clarim de guerra

                  C#m7            F#7
Quando afloxo' o freio em campo aberto
                           B
E sinto o furor de pingo fogoso
                               C#m7
Deixo minha alma nos cascos libertos
            F#7               B
Pra depois suado, de pêlo lustroso
                C#m7 F#7         B
Ver-me em seu olhar, mirando de perto
                 C#m7 F#7         B
Com bufos de gratidão de pingo bondoso
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